Este blog trata-se da análise de parâmetros e dados educacionais de
outros países em comparação com a educação no Brasil. A pesquisa e
análise foi feita por alunos do 6o período da Pedagogia/UNIFENAS-MG,
2014/2, na disciplina Núcleo Integrador VI: Educação Comparada. Nosso grupo é composto por (Anne, Hiara, Luana, Karina, Marco e Rosana)
Os
professores melhoram as suas práticas, adaptando e adotando os sistemas de
ensino e abordagens educativas criadas no exterior. Ao comparar os diferentes
sistemas de ensino, é possível determinar a adequação dos métodos atuais. Esta
comparação tem por objetivo comparar e contrastar os diferentes Sistemas
Educativos, usando diferentes métodos.
A
partir deste estudo estabelece a base para comparações dos Sistemas Educativos,
a fim de obter uma melhor compreensão de alguns pontos que têm influência sobre
a finalidade, estrutura, organização e prática da Educação a nível local,
regional e internacional.
Educação Comparada:
Educação Comparada é um campo que estuda os métodos de ensino utilizados em
diferentes países e culturas através de métodos de estudo comparativo.
A
Educação é percebida de maneira diferente pelas pessoas. Às vezes, as pessoas
estão de acordo sobre o papel que a educação deve desempenhar na sociedade, mas
em outros momentos, as opiniões divergem. Os Sistemas Educativos variam de um
país para outro, de uma região para outra e até mesmo de um sistema para outro,
em termos de conteúdos, conhecimentos transmitidos, métodos de ensino,
estruturas administrativas, da formação do pessoal e das competências dos
professores. Estudar as mudanças e as permanências constitui um dos aspectos da
Educação Comparada.
Um
dos objetivos da Educação Comparada é promover a reflexão crítica sobre o
sistema educacional, observando os seus sucessos, fracassos, forças e
fraquezas. Essa reflexão crítica facilita a auto-avaliação do trabalho e serve
de base para a seleção de ações adequadas. Outro objetivo da Educação Comparada
é chamar a atenção para as inovações e os sistemas que têm um impacto positivo
no campo da educação, o que permite conservar o que parece adequado.
Para resolver um problema no ensino a nível nacional, é preciso transcender as fronteiras para encontrar as soluções adequadas por outros países. Para isso, é necessário procurar as semelhanças e diferenças entre as nações. A Educação Comparada é utilizada, em primeiro lugar, para permitir empréstimos pedagógicos. Neste caso, ela é usada para encontrar soluções para os problemas que nos afligem. Muitos aspectos da Educação podem ser considerados numa perspectiva internacional. Neste contexto, a Educação Comparada é usada para emprestar e adaptar ideias ou medidas cujos efeitos positivos já foram verificados no sistema de ensino de outro país, tendo em conta a nossa realidade.
Para resolver um problema no ensino a nível nacional, é preciso transcender as fronteiras para encontrar as soluções adequadas por outros países. Para isso, é necessário procurar as semelhanças e diferenças entre as nações. A Educação Comparada é utilizada, em primeiro lugar, para permitir empréstimos pedagógicos. Neste caso, ela é usada para encontrar soluções para os problemas que nos afligem. Muitos aspectos da Educação podem ser considerados numa perspectiva internacional. Neste contexto, a Educação Comparada é usada para emprestar e adaptar ideias ou medidas cujos efeitos positivos já foram verificados no sistema de ensino de outro país, tendo em conta a nossa realidade.
Outra
função da Educação Comparada é facilitar a planificação de programas
educacionais, programas de treinamento, métodos de ensino e atividades
educacionais. Uma revisão de estudos de caso em diferentes sistemas de ensino
pode facilitar o planejamento do sistema de educação tanto a nível nacional
quanto no que diz respeito as atividades em sala de aula. Antes de adotar
políticas em matéria de educação, os formuladores devem avaliar as possíveis
consequências de cada uma dessas políticas, bem como eventuais constrangimentos.
Estudos dos Sistemas Educativos que têm problemas semelhantes e outros que adotaram medidas para os combater fornecem informações valiosas sobre as possíveis consequências. Os estudos de caso de países podem fornecer dados sobre a gestão, planificação ou mudanças no seu Sistema Educativo e, portanto, fornecer informações cruciais num processo de decisão sobre as medidas que devem adaptar, alterar ou evitar.
Estudos dos Sistemas Educativos que têm problemas semelhantes e outros que adotaram medidas para os combater fornecem informações valiosas sobre as possíveis consequências. Os estudos de caso de países podem fornecer dados sobre a gestão, planificação ou mudanças no seu Sistema Educativo e, portanto, fornecer informações cruciais num processo de decisão sobre as medidas que devem adaptar, alterar ou evitar.
O Ensino na França
O sistema educacional francês organiza-se em três grandes etapas: escola, colégio e liceu. Os cursos primário e secundário são gratuitos, neutros, laicos e obrigatórios dos 6 aos 16 anos. Contudo, existem escolas privadas que não estão sujeitas a estas exigências e especificidades do sistema escolar francês. Ao fim do curso colegial, os alunos dão continuidade à sua escolaridade num liceu de ensino geral e tecnológico ou num liceu profissionalizante. Este último permite obter um diploma profissional para prosseguir os estudos ou inserir-se na vida ativa. O certificado de aptidão profissional dá acesso a profissões de trabalhador e empregado qualificado e visa a integrar diretamente na vida profissional.
O sistema educacional francês organiza-se em três grandes etapas: escola, colégio e liceu. Os cursos primário e secundário são gratuitos, neutros, laicos e obrigatórios dos 6 aos 16 anos. Contudo, existem escolas privadas que não estão sujeitas a estas exigências e especificidades do sistema escolar francês. Ao fim do curso colegial, os alunos dão continuidade à sua escolaridade num liceu de ensino geral e tecnológico ou num liceu profissionalizante. Este último permite obter um diploma profissional para prosseguir os estudos ou inserir-se na vida ativa. O certificado de aptidão profissional dá acesso a profissões de trabalhador e empregado qualificado e visa a integrar diretamente na vida profissional.
O Ensino nos Estados Unidos
O sistema de educação americano oferece uma grande variedade de escolhas para os estudantes internacionais. Há uma tal variedade de escolas, cursos e locais, que as escolhas podem confundir os estudantes, até mesmo os americanos. Ao começar a buscar uma escola, é importante se familiarizar com o sistema de educação americano. Entender o sistema o ajudará a definir melhor suas escolhas e elaborar um plano de educação.
O sistema de educação americano oferece uma grande variedade de escolhas para os estudantes internacionais. Há uma tal variedade de escolas, cursos e locais, que as escolhas podem confundir os estudantes, até mesmo os americanos. Ao começar a buscar uma escola, é importante se familiarizar com o sistema de educação americano. Entender o sistema o ajudará a definir melhor suas escolhas e elaborar um plano de educação.
Antes de
chegar à educação superior, os estudantes americanos cursam a escola primária e
secundária, totalizando 12 anos de estudos. Esses anos são chamados de primeira
a décima segunda séries. Por volta dos seis anos de idade, as crianças
americanas começam a escola primária, que é chamada comumente de
"elementaryschool". Passam cinco ou seis anos lá e, em seguida,
começam a escola secundária.
A escola
secundária consiste em duas fases: a primeira é chamada de
"middleschool" ou "junior high school", e a segunda fase é
chamada de "high school". Ao terminar a “high school” (12º ano), o
aluno recebe um diploma ou certificado e poderá ir para uma instituição de
ensino superior.
O Ensino no México
O ensino básico compreende o ensino pré-escolar, primário e secundário.
O ensino básico compreende o ensino pré-escolar, primário e secundário.
Pré-escolar: É
oferecido a crianças de 3, 4 e 5 anos, geralmente em três graus, não é um nível
obrigatório e para a matrícula no segundo ou terceiro graus não é necessário
ter realizado os anteriores. A maior parte das crianças que entra no ensino
primário realizou pelo menos um grau pré-escolar, sendo o objetivo o de
promover a criatividade e as competências das crianças.
Primário: O
ensino primário é obrigatório e é realizado em seis graus, a partir dos 6 anos.
O ensino primário é fundamental para aceder ao ensino secundário.
Secundário: O
ensino secundário é obrigatório e é proporcionado em três anos aos alunos que
concluíram o primário. O ensino secundário é necessário para prosseguir nos
estudos médios profissionais ou médios superiores.
Ensino
médio superior: O ensino médio superior é conhecido como
pré-universitário ("bachillerato") ou preparatório e é realizado por
um período de três anos, geralmente divididos em semestres. Para aceder a este
nível é necessário contar com o certificado do ensino secundário e apresentar
também regularmente um exame de admissão.
Ensino superior: É posterior ao pré-universitário e
distingue-se por cursos de licenciatura e de pós-graduação, sendo o seu
objetivo o de formar profissionais. A maioria das universidades públicas é
independente dos governos federal e estadual.
BRASIL X
INGLATERRA
No
documentário “Educação no Brasil” (PISA 2012), notou-se uma ligeira melhora na
educação do Brasil, em comparação com os anos anteriores. O Brasil melhorou a
pontuação, mas não a classificação da avaliação. È fato que ainda há um longo caminho a percorrer,
para que o Brasil venha estar entre os primeiros colocados nas avaliações do
PISA, mas ao que tudo indica, o Governo do Brasil, juntamente com seus órgãos
competentes, tem voltado sua atenção para a educação, e percebido que é a área
onde se necessita de um investimento alto e de qualidade (O Brasil investe 5%
do PIB em educação), ainda muito pouco perto de outros países.
Vale ressaltar, que alguns dos países que obtiveram melhor classificação, investem menos ou quase a mesma porcentagem em relação ao Brasil, porém focam em educação de qualidade, professores bem pagos e capacitados, trabalhando em conjunto com a comunidade escolar e os pais.
No vídeo vemos também um contraponto entre a educação no Brasil e de outros países, como a Inglaterra por exemplo, que por sua vez ficou bem a frente do Brasil na classificação do PISA. O sistema de ensino da Inglaterra valoriza a educação, e há muitos anos tem sido procurado por muitos alunos do mundo todo. Lá toda criança até os 5 anos de idade devem frequentar a escola. Algumas ao três, quatro anos já começam serem educados no maternal.
Vale ressaltar, que alguns dos países que obtiveram melhor classificação, investem menos ou quase a mesma porcentagem em relação ao Brasil, porém focam em educação de qualidade, professores bem pagos e capacitados, trabalhando em conjunto com a comunidade escolar e os pais.
No vídeo vemos também um contraponto entre a educação no Brasil e de outros países, como a Inglaterra por exemplo, que por sua vez ficou bem a frente do Brasil na classificação do PISA. O sistema de ensino da Inglaterra valoriza a educação, e há muitos anos tem sido procurado por muitos alunos do mundo todo. Lá toda criança até os 5 anos de idade devem frequentar a escola. Algumas ao três, quatro anos já começam serem educados no maternal.
Na Inglaterra o sistema de
ensino é aberto. O aluno pode gostar de uma determinada área e evoluir nela. De
modo geral, se o aluno gosta de ciências, na Inglaterra ele pode aperfeiçoar
seus conhecimentos e até se formar nela. As outras áreas eles ficam com
conhecimento mediano. Porém, isso estimula a criatividade do aluno por aquilo
que ele gosta e tem vocação. Lá os professores não apenas transmitem conhecimentos,
mas há um compartilhamento de ideias, participações em debates, discussões e
grupos de pesquisa. Com isso percebemos a diferença do ensino entre o Brasil e
a Inglaterra. O Brasil pode avançar muito se “estudar” a qualidade da educação
na Inglaterra.
OCDE (Organização para
a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mantém um ranking da educação em 36
países, no qual o Brasil atualmente amarga a penúltima posição, à frente
somente do México. Como critérios avaliados pela organização estão o desempenho
dos alunos no PISA, a média de anos que os alunos passam na escola e a
porcentagem da população que está cursando ensino
superior.
Como destaques no ranking aparecem Finlândia, Japão e Suécia. A Inglaterra
(Reino Unido) ficou em 26°.
Pré-escola ou educação pré-preparatória
A educação pré-escolar é oferecida tanto pelo sistema independente quanto pelo governamental. Muitas crianças começam sua educação aos três ou quatro anos, em um curso maternal ("nursery") de uma escola primária.
Educação preparatória
No sistema independente, o curso preparatório (ou primário) é oferecido para crianças de cinco a treze anos. Muitos estudantes internacionais começam aos sete anos, freqüentemente nos internatos, e então são transferidos para o curso secundário no sistema independente, quando completam 11 ou 13 anos.
Educação primária
A maioria das crianças britânicas entra no sistema governamental quando começa o curso primário, aos cinco anos de idade, e geralmente muda para o colégio ou escola secundária aos 11 anos.
Educação secundária
Todas as escolas secundárias no Reino Unido - tanto as governamentais quanto as independentes - ensinam alunos até, pelo menos, os 16 anos de idade, preparando-os para as qualificações GCSE (General Certificate of Secondary Education, similar ao ensino secundário brasileiro) ou equivalentes. Um grande número de estudantes internacionais entra no sistema educacional secundário britânico quando completa onze ou treze anos. Muitos deles freqüentam um internato independente ("boarding school").
Em geral, os estudantes de nível secundário cursam uma série de matérias principais, selecionadas pela escola, e outra escolhida a partir de uma lista de matérias eletivas. As matérias principais incluem Inglês, Matemática, Desenho e Tecnologia, Francês ou Alemão, Biologia, Química, Física, História e Geografia. Já as eletivas englobam Administração, Economia, Música, Religião e outras línguas, como o Italiano, Russo e Espanhol.
Educação pós-dezesseis anos
Após completarem o ensino obrigatório e os exames GCSE, aos 16 anos, os estudantes podem, legalmente, abandonar a escola e começar a trabalhar. Entretanto, a maioria estuda para as qualificações "A-levels" em "tutorial colleges" ou "sixth form colleges". Estudantes internacionais normalmente entram no sistema educacional britânico neste momento, por exemplo, fazendo um curso "A-level" como preparação para o ensino superior ou profissionalizante no Reino Unido.
Educação primária e secundária na Inglaterra
A educação pré-escolar é oferecida tanto pelo sistema independente quanto pelo governamental. Muitas crianças começam sua educação aos três ou quatro anos, em um curso maternal ("nursery") de uma escola primária.
Educação preparatória
No sistema independente, o curso preparatório (ou primário) é oferecido para crianças de cinco a treze anos. Muitos estudantes internacionais começam aos sete anos, freqüentemente nos internatos, e então são transferidos para o curso secundário no sistema independente, quando completam 11 ou 13 anos.
Educação primária
A maioria das crianças britânicas entra no sistema governamental quando começa o curso primário, aos cinco anos de idade, e geralmente muda para o colégio ou escola secundária aos 11 anos.
Educação secundária
Todas as escolas secundárias no Reino Unido - tanto as governamentais quanto as independentes - ensinam alunos até, pelo menos, os 16 anos de idade, preparando-os para as qualificações GCSE (General Certificate of Secondary Education, similar ao ensino secundário brasileiro) ou equivalentes. Um grande número de estudantes internacionais entra no sistema educacional secundário britânico quando completa onze ou treze anos. Muitos deles freqüentam um internato independente ("boarding school").
Em geral, os estudantes de nível secundário cursam uma série de matérias principais, selecionadas pela escola, e outra escolhida a partir de uma lista de matérias eletivas. As matérias principais incluem Inglês, Matemática, Desenho e Tecnologia, Francês ou Alemão, Biologia, Química, Física, História e Geografia. Já as eletivas englobam Administração, Economia, Música, Religião e outras línguas, como o Italiano, Russo e Espanhol.
Educação pós-dezesseis anos
Após completarem o ensino obrigatório e os exames GCSE, aos 16 anos, os estudantes podem, legalmente, abandonar a escola e começar a trabalhar. Entretanto, a maioria estuda para as qualificações "A-levels" em "tutorial colleges" ou "sixth form colleges". Estudantes internacionais normalmente entram no sistema educacional britânico neste momento, por exemplo, fazendo um curso "A-level" como preparação para o ensino superior ou profissionalizante no Reino Unido.
Fontes:
Lourenço Filho. Manoel Bergstrom. Educação Comparada/Manoel Bergstrom Lourenço Filho: organização Ruy Lourenço Filho, Carlos Monarcha-3. ed - Brasília: MEC/INEP. 2004
250p. (coleção Lourenço Filho. ISNN 1519 - 3225:7).
1. Educação Comparada - Brasil. I. Título.
http://www.educationuk.org/brasil/articles/teaching-and-education/
http://edition.cnn.com/2013/12/03/world/asia/pisa-education-study/ OECD Better Life Index
http://noticias.universia.com.br/mobilidade-academica/noticia/2003/07/03/553596/sistema-educacional-britnico.html












ajudou no meu trabalho dacadeira de Educação Comparada
ResponderExcluirE como citar na referência isso?
ResponderExcluirÓptimo conteúdo
ResponderExcluirobrigada, me ajudou muito.
ResponderExcluirTitanium Design & Design Guide: Tips & Tricks to Improve Your
ResponderExcluirTitanium Art is one of ford fusion titanium for sale the worlds most amazing design skills. It is by nature, as you cost of titanium must learn, and it is titanium apple watch not only important babyliss pro titanium to titanium iphone case master it.
hop over to here wholesale sex toys,bulk sex dolls,sex chair,dog dildo,realistic dildo,male sex dolls,dog dildo,vibrators,dog dildo click over here
ResponderExcluir